SAÚDE DE SANTO ANASTÁCIO REALIZA A ENTREGA 268 PRÓTESES DENTÁRIAS EM UM ANO E DENTISTAS ORIENTAM SOBRE A PREVENÇÃO DO CÂNCER BUCAL

A Prefeitura de Santo Anastácio, através da Secretaria Municipal de Saúde, realizou em 1 ano a entrega de 268 próteses dentárias do programa Brasil Sorridente e contemplou 166 pacientes pertencentes aos 4 ESFs e UBS do município.

De acordo com a coordenadora odontológica, Rita Ravazzi Felice, essas próteses são muito importantes para melhorar e ampliar as condições de saúde bucal da população mais carente que sofre com o problema da falta de dentes.

“Com a colocação da prótese dentária há expressiva melhoria em vários aspectos, pois este paciente poderá mastigar melhor, triturar melhor os alimentos, melhorando muito sua digestão e influenciando também em todo seu organismo”, destacou a profissional.

Conforme a Coordenadora, os procedimentos de entrega de prótese acontecem mensalmente em sistema de rodízio nos 4 ESFs e UBS da cidade, de acordo com a demanda.

“Temos a intenção de aumentar ainda mais o número de próteses que serão colocadas mensalmente, para tal aquisição, o paciente deverá procurar pelo Posto de Saúde mais próximo a sua residência, passar pelo dentista, que irá realizar uma prévia avaliação da necessidade do uso da prótese”, explica.

Na oportunidade, Rita também esclarece que está acontecendo nos postinhos que contam com atendimento odontológico, a campanha de prevenção contra o câncer de boca. Para isso, estão sendo realizadas avaliações nos pacientes, exames clínicos e esclarecimento sobre pontos importantes acerca de questões que as pessoas devem estar atentas. Conforme a coordenadora, as pessoas podem realizar um primeiro exame nas suas próprias casas. “Qualquer anormalidade deve procurar o auxílio de um profissional, desde mudança na cor da pele e mucosas, endurecimentos, caroços, feridas que não cicatrizam, áreas dormentes, dentes quebrados ou amolecidos e ferida rasa, indolor e avermelhada”, informou.

Para a dentista, o autoexame é fundamental para que os casos sejam identificados ainda nos estágios iniciais. “Cerca de 60% a 80% dos problemas de saúde são identificados em estágios avançados, o que dificulta os atendimentos”, salientou.