PERÍODO DE CHUVAS REQUER ATENÇÃO REDOBRADA COM A DENGUE

A Vigilância Sanitária Municipal, por meio da Unidade de Combate às Endemias, tem intensificado neste mês janeiro, ações de combate à dengue por conta das chuvas recorrentes, e alerta a população a respeito desse agravante. De acordo com o Departamento, muita água fica acumulada em recipientes, que podem se transformar em foco do mosquito que transmite a doença.

Além das ações de praxe, como a nebulização e aplicação de larvicidas realizadas diariamente, de forma inovadora a Prefeitura de Santo Anastácio, iniciou no ano de 2022, a distribuição de pulseirinhas repelentes para as pessoas confirmadas para a doença, assim como para os familiares moradores da mesma residência. Uma vez que, de acordo com o veterinário responsável pelo setor de Endemias, Paulo Ricardo Dória de Souza, se um mosquito picar uma pessoa positiva ao vírus da dengue, ele se contamina e pode levar a doença para mais ou menos outras 20 pessoas.

“A transmissão da dengue se dá pela picada do mosquito aedes aegypti. Quando esse mosquito pica uma pessoa contaminada com o vírus, passa a transportar o vírus da dengue durante toda a sua vida e transmiti-lo para as pessoas que picarem após. Com a pulseirinha, a pessoa infectada acaba por afastar os mosquitos e desta forma colaborar para que outras pessoas não sejam contaminadas, uma vez que não há transmissão direta entre as pessoas”, explica.

AS DOENÇAS

🦟Existem quatro tipos de vírus de dengue – sorotipos 1, 2, 3 e 4. A febre alta é um dos principais sintomas da doença. Outros são dores musculares intensas, dor ao movimentar os olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo.

🦟A infecção por dengue também pode não causar sintomas, ser leve ou grave. Nesse último caso, pode até levar à morte.

🦟A zika e chikungunya têm sintomas semelhantes aos da dengue como febre, dor de cabeça, mal-estar, dores pelo corpo e muita dor nas juntas. O tratamento também é feito de acordo com os sintomas.

🦟No caso da chikungunya, algumas pessoas podem desenvolver um quadro pós-agudo e crônico com dores nas articulações que duram meses ou anos.